17 de julho de 2013

9º #Sintonia


No nosso 9º #Sintonia, falamos sobre a santidade.
 
#Santidade
Os séculos carregam uma história cheia de heróis que alteraram o rumo da humanidade devido aos seus feitos. No entanto, há um seleto grupo de pessoas que merecem devida atenção. São os santos da Igreja Católica.

A princípio, são indivíduos de diversas raças, cores, países, classes econômicas, dentre outros aspectos com um ponto semelhante entre si: foram bons em suas ações e visavam a santidade.

O que é ser santo? O que é ter santidade? O apresentador do programa ‘Trocando Ideias’ da TV Canção Nova, professor Felipe Aquino, diz, em um de seus textos, que “a santidade é basicamente a estreita união do homem com Deus. Desse contato resulta a perfeição moral. O Senhor é santo por natureza; os homens são santos à medida em que se aproximam d’Ele”, por meio da Verdade.

Seguindo a sugestão acima, o interessante é saber a história do santo que possui o seu nome. Meu nome é Thiago, logo São Tiago Maior seria meu alvo de estudo. Sem dúvida, inspirar-se nessas pessoas de fé trará mais confiança para se conquistar a santidade; e para tornar-se santo é pertinente o conselho de São Vicente de Paulo: “um cristão não deveria fazer coisas extraordinárias, mas sim fazer extraordinariamente bem as coisas ordinárias”.

Todos devem ser santos.
O sentido da nossa vida está em unirmo-nos a Deus em amor, em corresponder aos sonhos de Deus. Devemos permitir a “Deus viver a sua vida em nós” (Madre Tereza). Isto significa ser “santo”.

Qualquer pessoa pergunta: Quem sou eu? E para o que estou aqui, como me realizo?

A fé responde: Só na SANTIDADE o ser humano se torna aquilo para que Deus o criou. Só na santidade o ser humano chega à verdadeira harmonia consigo mesmo e com o Criador. A SANTIDADE não é, todavia, uma perfeição de “fabrico caseiro”; ela atinge-se por união com o amor encarnado, que é Cristo. Quem, deste modo, atinge uma vida nova, torna-se e descobre-se santo.

“A SANTIDADE não é o luxo de umas e poucas pessoas, mas um simples dever para ti e para mim” (Beata Madre Tereza). [342]

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