No 7º #Sintonia Jovem,
tratamos da importância da oração. Na realidade, muitas vezes ruidosa, que
cerca o jovem não se concebe mais a oração como fonte de graça e comunhão com
Deus. O alto volume das músicas, a superatividade, e a lida com velozes
informações reduz, quando não retira, a vontade de falar com Deus.
Precisamos
da oração!
Os Apóstolos rezaram
pelos seus inimigos, mesmo aqueles que os apedrejam, os perseguem, os caluniam
- como Estêvão (At 7,57-60).
O que os Apóstolos
faziam eram o mesmo que Cristo fazia. Jesus foi pregado numa Cruz enquanto
INERCEDIA pelos malfeitores: "Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que estão
fazendo!" (Lc 23,34b). Portanto, temos aqui um fato: a atitude de rezar
por aqueles que, racionalmente, não merecem.
No coração dramático da
História da Salvação, Jesus é então apresentado como orante. No Horto das
Oliveiras, Jesus, por duas vezes exorta à oração para que não sucumbamos à
tentação (Lc 22, 40.46). A oração não tem nada pacífica; é uma verdadeira luta
(agonia).
Porém, neste desejo de
falar com Deus, não estamos sozinhos. Temos a certeza da oração do próprio
Jesus, que assegurou a Pedro na Última Ceia: "Eu orei por ti" (Lc
22,32), e que intercede constantemente por nós: "Pai, perdoa! Eles não
sabem o que estão fazendo!" (Lc 23,34b).
Jesus afirma que é um
dever de todos orar sempre, sem nunca esmorecer. Alguns momentos do dia do
cristão devem ser dedicados exclusivamente à oração. Ao acordar, ao alcançar
algo, ou até mesmo na tribulação - é aí que realmente precisamos de Deus-,
devemos nos dirigir a Deus.
Assim fazendo é
possível estar na presença do Senhor durante o dia, e obedecer à ordem de
"orar sem cessar".
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