21 de junho de 2013

7º #Sintonia Jovem

No 7º #Sintonia Jovem, tratamos da importância da oração. Na realidade, muitas vezes ruidosa, que cerca o jovem não se concebe mais a oração como fonte de graça e comunhão com Deus. O alto volume das músicas, a superatividade, e a lida com velozes informações reduz, quando não retira, a vontade de falar com Deus.


Precisamos da oração!

Os Apóstolos rezaram pelos seus inimigos, mesmo aqueles que os apedrejam, os perseguem, os caluniam - como Estêvão (At 7,57-60).

O que os Apóstolos faziam eram o mesmo que Cristo fazia. Jesus foi pregado numa Cruz enquanto INERCEDIA pelos malfeitores: "Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que estão fazendo!" (Lc 23,34b). Portanto, temos aqui um fato: a atitude de rezar por aqueles que, racionalmente, não merecem.

No coração dramático da História da Salvação, Jesus é então apresentado como orante. No Horto das Oliveiras, Jesus, por duas vezes exorta à oração para que não sucumbamos à tentação (Lc 22, 40.46). A oração não tem nada pacífica; é uma verdadeira luta (agonia).

Porém, neste desejo de falar com Deus, não estamos sozinhos. Temos a certeza da oração do próprio Jesus, que assegurou a Pedro na Última Ceia: "Eu orei por ti" (Lc 22,32), e que intercede constantemente por nós: "Pai, perdoa! Eles não sabem o que estão fazendo!" (Lc 23,34b).

Jesus afirma que é um dever de todos orar sempre, sem nunca esmorecer. Alguns momentos do dia do cristão devem ser dedicados exclusivamente à oração. Ao acordar, ao alcançar algo, ou até mesmo na tribulação - é aí que realmente precisamos de Deus-, devemos nos dirigir a Deus.

Assim fazendo é possível estar na presença do Senhor durante o dia, e obedecer à ordem de "orar sem cessar".

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