22 de maio de 2013

3º #Sintonia Jovem



Na conversa da juventude do 3º Sintonia Jovem, dedicado às mães, tratamos de gravidez na adolescência.

Decidimos tratar deste tema, pois chama a atenção a crescente quantidade de jovens que engravidam prematuramente na nossa cidade e em todo lugar. São várias as meninas como nós, jovens, estudantes, que engravidam. Muitas delas, na imaturidade do seu ser, pressionadas por um namorado, ou simplesmente pelo desejo de se aventurarem numa experiência acabam se relacionando com o companheiro.


E, quando o fruto dessa relação é um filho, toda a vida da jovem muda. O primeiro dilema enfrentado é contar para o pai ou para a mãe, a gravidez. Muitos pais aceitam; outros, porém, esquecem-se da filha, deixando-a desestruturada para criar e educar o filho. Sem o apoio da família, e tendo em vista a falta de uma casa ou um emprego, além de tantas outras situações, a jovem se desespera e, infelizmente, aborta o filho. Por outro lado, muitas jovens assumem o dom de Deus com todo amor, mesmo diante de muitas dificuldades. Estas jovens mães, abraçando a responsabilidade de criar um bebê, se doam a uma vida de dedicação e renúncias.

Convidamos uma jovem mãe, a Rosemeire (17 anos) que tem uma filha, a Maria Sofia. Rose, na entrevista, alertou que não se pode generalizar e achar que todas as meninas que engravidam são irresponsáveis. Disse também, que mesmo diante de tantos desafios, prossegue na caminhada, estudando, se apoiando em Deus e motivada pela filha.

Em resumo, ter um filho na adolescência, considerando o ponto de vista estrutural da vida, pode não ser uma boa ideia. Mas, se acontecer, existe Deus. Se apoie n’Ele. Não tome nenhuma decisão que coloque o seu e o do(a) seu(sua) filho(a) em risco. Deus nos abençoe!

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