Na conversa da
juventude do 3º Sintonia Jovem, dedicado às mães, tratamos de gravidez na
adolescência.
Decidimos tratar deste
tema, pois chama a atenção a crescente quantidade de jovens que engravidam
prematuramente na nossa cidade e em todo lugar. São várias as meninas como nós,
jovens, estudantes, que engravidam. Muitas delas, na imaturidade do seu ser,
pressionadas por um namorado, ou simplesmente pelo desejo de se aventurarem
numa experiência acabam se relacionando com o companheiro.
E, quando o fruto dessa
relação é um filho, toda a vida da jovem muda. O primeiro dilema enfrentado é
contar para o pai ou para a mãe, a gravidez. Muitos pais aceitam; outros,
porém, esquecem-se da filha, deixando-a desestruturada para criar e educar o
filho. Sem o apoio da família, e tendo em vista a falta de uma casa ou um
emprego, além de tantas outras situações, a jovem se desespera e, infelizmente,
aborta o filho. Por outro lado, muitas jovens assumem o dom de Deus com todo
amor, mesmo diante de muitas dificuldades. Estas jovens mães, abraçando a
responsabilidade de criar um bebê, se doam a uma vida de dedicação e renúncias.
Convidamos uma jovem
mãe, a Rosemeire (17 anos) que tem uma filha, a Maria Sofia. Rose, na
entrevista, alertou que não se pode generalizar e achar que todas as meninas
que engravidam são irresponsáveis. Disse também, que mesmo diante de tantos
desafios, prossegue na caminhada, estudando, se apoiando em Deus e motivada
pela filha.
Em resumo, ter um filho
na adolescência, considerando o ponto de vista estrutural da vida, pode não ser
uma boa ideia. Mas, se acontecer, existe Deus. Se apoie n’Ele. Não tome nenhuma
decisão que coloque o seu e o do(a) seu(sua) filho(a) em risco. Deus nos
abençoe!
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